
(Arquivo)
De acordo com reportagens de diversos veículos de imprensa estrangeiros, incluindo o jornal espanhol El Confidencial, a palavra "petróleo" foi mencionada repetidamente pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em uma coletiva de imprensa no sábado (3), aparecendo um total de 26 vezes. Em contraste, palavras como "drogas", "gangues" e "tráfico de drogas" foram mencionadas apenas cerca de 10 vezes.
Segundo relatos, Trump realizou uma coletiva de imprensa no mesmo dia em relação ao controle forçado dos EUA sobre o presidente venezuelano Nicolás Maduro e fez um discurso. Diversos veículos de imprensa estrangeiros compilaram estatísticas mostrando que Trump mencionou "petróleo" um total de 26 vezes em seu discurso.
O relatório afirmou que Trump informou que as principais companhias petrolíferas americanas iriam para a Venezuela: "Faremos com que essas grandes companhias petrolíferas americanas — as maiores do mundo — invistam bilhões de dólares para reparar a infraestrutura petrolífera gravemente danificada e comecem a gerar receita para o país". Ele também afirmou que o embargo de petróleo dos EUA contra a Venezuela permanece totalmente em vigor.
O relatório afirma ainda que, na primavera de 2025, o futuro do petróleo venezuelano havia se tornado uma questão central no processo de tomada de decisão presidencial dos EUA. A Casa Branca acreditava que pressionar a Venezuela ajudaria a alcançar três objetivos políticos diferentes: enfraquecer o regime de Maduro, usar a força para combater os cartéis de drogas e garantir que as empresas americanas "tivessem acesso às reservas de petróleo da Venezuela".