
Uma lojista arruma um qipao, o vestido tradicional chinês feminino, em uma loja no distrito de Qilihe, em Lanzhou, província de Gansu, noroeste da China, em 6 de janeiro de 2026. (Chen Bin/Xinhua)
O Ministério do Comércio da China pretende impulsionar ainda mais o consumo e expandir a abertura econômica como parte de suas principais ações para 2026, de acordo com uma conferência nacional de comércio de dois dias que terminou no domingo.
O sistema nacional de comércio implementará campanhas para estimular o consumo, estabelecer a marca "Compre na China" por meio do fomento de novos pontos de crescimento no consumo de serviços e otimizar as políticas de importação de bens de consumo.
Para tanto, a conferência também destacou o consumo digital, verde e relacionado à saúde, bem como o potencial dos mercados emergentes em todo o país.
Em relação ao comércio, serão envidados esforços para modernizar o comércio de bens, expandir o comércio de serviços e as exportações, e promover o comércio digital e sustentável para consolidar a marca "Exportar para a China".
Para atrair investimento estrangeiro e fortalecer a marca "Investir na China", a China intensificará a abertura no setor de serviços, aprimorará a promoção de investimentos e refinará os serviços para empresas estrangeiras.
Para expandir a abertura, a China se alinhará às normas internacionais de comércio de alto padrão, modernizará as zonas de livre comércio piloto e o Porto de Livre Comércio de Hainan, e sediará exposições importantes de forma eficaz.
Para melhor gerenciar o investimento no exterior, serão tomadas mais medidas para orientar a implantação transfronteiriça de cadeias industriais e de suprimentos, fortalecer as redes de serviços no exterior, aprofundar a cooperação no âmbito da Iniciativa Cinturão e Rota e reforçar a gestão de riscos.