O presidente dos EUA, Donald Trump, publicou em suas redes sociais no dia 1º de março que as forças armadas dos EUA destruíram e afundaram 9 navios da marinha iraniana. O Comando Central dos EUA afirmou que destruiu a sede da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã.
Trump afirmou que as forças dos EUA estão perseguindo os navios restantes. Em outro ataque, os militares dos EUA "praticamente destruíram a sede da marinha iraniana".
Mais cedo, no dia 1º de março, o Comando Central dos EUA publicou nas redes sociais que a marinha dos EUA havia afundado um navio de guerra iraniano da classe "Jamaran" próximo ao porto de Chabahar, no sudeste do Irã, no Golfo de Omã.
O Comando Central também afirmou que, desde o início das ações militares contra o Irã, os EUA atacaram mais de 1.000 alvos, incluindo a destruição da sede da Guarda Revolucionária Islâmica.
Os EUA também enviaram vários bombardeiros estratégicos B-2, com bombas de 2.000 libras (aproximadamente 907 kg), para atacar instalações de mísseis balísticos iranianos fortificadas.
O Comando Central negou, ao mesmo tempo, que o porta-aviões "Abraham Lincoln" tuivesse sido atingido por mísseis iranianos, afirmando que os projéteis não conseguiram se aproximar da embarcação.
No horário de Teerã, na manhã de 28 de fevereiro, os EUA e Israel iniciaram uma grande ação militar conjunta contra o Irã. O Irã, em seguida, retaliou contra as bases militares dos EUA na região do Golfo e contra Israel.
Trump, em um discurso em vídeo no mesmo dia, afirmou que o objetivo dos ataques era destruir a indústria de mísseis do Irã, eliminar a marinha iraniana e garantir que o Irã não conseguisse desenvolver armas nucleares.