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China está disposta a cooperar com Rússia para acalmar situação no Oriente Médio, afirma chanceler

Fonte: Xinhua    07.04.2026 08h26

A China está disposta a continuar trabalhando com a Rússia no âmbito do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), manter uma comunicação oportuna sobre questões importantes e envidar esforços conjuntos para ajudar a acalmar a situação no Oriente Médio, salvaguardar a paz e a estabilidade regionais e defender a segurança comum do mundo, afirmou o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, no domingo.

Wang, que também é membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista da China, fez essas declarações durante uma conversa telefônica com o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.

A China e a Rússia, como membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, devem defender a equidade e a justiça em questões de princípio, adotar uma abordagem objetiva e equilibrada e buscar maior compreensão e apoio da comunidade internacional, disse Wang.

Observando que a China tem defendido consistentemente a resolução das questões críticas internacionais e regionais por meio do diálogo e da negociação, Wang disse que a situação no Oriente Médio continua a se deteriorar, as hostilidades ainda estão escalando e a solução fundamental para garantir a navegação pelo Estreito de Ormuz reside em um cessar-fogo o quanto antes e no fim da guerra.

Por sua vez, Lavrov disse que a Rússia está altamente preocupada com a contínua escalada das tensões no Oriente Médio.

Em relação ao conflito em curso e à questão do Estreito de Ormuz, Lavrov afirmou que a Rússia defende que as operações militares devem ser interrompidas imediatamente e que os esforços devem retornar à via da solução política e diplomática para abordar as causas profundas do conflito, e que o Conselho de Segurança da ONU deve desempenhar um papel construtivo nesse sentido.

A Rússia está pronta para manter comunicação e coordenação estreitas com a China e continuar a envidar esforços e a manifestar-se em apoio a um cessar-fogo e ao fim da guerra, afirmou ele.

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