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China adiciona 20 entidades japonesas à lista de controle de exportações

Fonte: Xinhua    30.06.2026 08h22

O Ministério do Comércio da China incluiu, na segunda-feira, 20 entidades japonesas, incluindo o Instituto Nacional de Estudos de Defesa, em sua lista de controle de exportações, a fim de salvaguardar a segurança e os interesses nacionais e cumprir obrigações internacionais, como a não proliferação.

Os operadores de exportação estão proibidos de exportar itens de duplo uso para essas entidades. Organizações e indivíduos no exterior estão proibidos de transferir ou fornecer itens de duplo uso originários da China a essas entidades. Quaisquer atividades relacionadas atualmente em andamento devem ser interrompidas imediatamente, de acordo com um comunicado divulgado pelo ministério.

Também nesta segunda-feira, o ministério colocou 20 entidades japonesas, incluindo a Mitsui E&S Co., Ltd., em uma lista de observação, pois não é possível verificar seus usuários finais e usos finais dos itens de duplo uso.

O ministério implementará análises mais rigorosas dos usuários finais e dos usos finais para as exportações de itens de duplo uso para entidades na lista de observação e não aprovará nenhuma exportação envolvendo usuários finais militares japoneses, usos finais militares ou quaisquer outros usuários finais e usos finais que contribuam para o aprimoramento das capacidades militares do Japão, acrescentou.

Um porta-voz do ministério afirmou que as medidas acima mencionadas foram tomadas de acordo com as leis e regulamentos pertinentes, incluindo a lei de controle de exportações do país e o regulamento de controle de exportações de itens de duplo uso.

As medidas são totalmente justificadas, razoáveis e legais, com o objetivo de conter de forma resoluta os movimentos imprudentes do Japão em direção ao neomilitarismo, disse o porta-voz em resposta a uma pergunta da mídia.

O porta-voz observou que o Japão não mudou de rumo, mas, ao contrário, avançou ainda mais no caminho errado ao acelerar seu neomilitarismo e remilitarização, implantando armas ofensivas e lançando mísseis ofensivos além de suas fronteiras.

As ações legais de inclusão na lista pela China visam apenas uma minoria de entidades japonesas, e as medidas relevantes se aplicam exclusivamente a itens de duplo uso, disse o porta-voz.

Isso não afetará as relações econômicas e comerciais normais entre a China e o Japão, e as entidades japonesas que agem de boa-fé e cumprem a lei não têm absolutamente nenhum motivo para preocupação, observou o porta-voz.

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