O exercício "Joint Sea-2026" entre a China e a Rússia foi encerrado na segunda-feira (13) num porto militar em Qingdao, na província de Shandong, no leste da China, com a conclusão de todas as missões planejadas.
Após o término dos exercícios, algumas das forças participantes de ambos os países partiram para o Pacífico a fim de realizar patrulhas conjuntas.
As duas forças navais enviaram 10 embarcações, incluindo unidades de superfície, submarinas, aéreas e de apoio, para o exercício, que teve como foco o "enfrentamento conjunto de riscos à segurança marítima".
Durante a fase de planejamento em porto, os dois lados realizaram diversas atividades, incluindo simulações em mesa, visitas aos navios, seminários profissionais e recepções, além de partidas de basquete.
No mar, foram realizados exercícios com tropas e munição real, abrangendo reconhecimento conjunto, defesa antiaérea e antimíssil, ataques a alvos de superfície e resgate conjunto de submarinos.
O exercício conjunto simula plenamente ambientes reais de combate marítimo e aéreo, com um forte foco voltado para o combate, segundo o diretor-chefe chinês do exercício.
O exercício conjunto aprofunda ainda mais a confiança mútua estratégica entre as duas forças armadas, consolida a amizade de longa data e eleva a capacidade de ambas para lidar conjuntamente com crises marítimas, acrescentou o diretor-chefe.
Iniciado em 6 de julho, o "Joint Sea-2026" é a décima segunda edição de uma série iniciada em 2012.
Zheng Hong, pesquisador da Academia de Pesquisa Naval, afirmou que o exercício conjunto tem grande importância prática para salvaguardar a paz e a estabilidade regionais.
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