
O Ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, também membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista da China, se reúne com o Ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, em Manila, Filipinas, em 22 de julho de 2026. (Rouelle Umali/Xinhua)
O Ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, afirmou nesta quarta-feira que é necessário que a China e o Brasil mantenham as pontes de comunicação, fortaleçam a coordenação e aprofundem a cooperação estratégica.
Durante uma reunião com seu homólogo brasileiro, Mauro Vieira, Wang disse que, sob a orientação estratégica dos dois chefes de Estado, a China e o Brasil têm realizado progressos positivos na construção conjunta de uma comunidade com um futuro compartilhado para um mundo mais justo e um planeta mais sustentável.
Wang, também membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista da China, afirmou que a parceria estratégica entre os dois países sempre esteve na vanguarda internacional, observando que o Brasil é uma economia emergente com influência global e uma força representativa do Sul Global. A China se regozija em ver o Brasil desempenhar um papel mais importante nos assuntos internacionais e aprecia os esforços brasileiros para defender a justiça e os direitos dos países em desenvolvimento, afirmou Wang Yi, acrescentando que a China continuará apoiando o Brasil na salvaguarda de sua soberania, segurança e interesses de desenvolvimento, e confia que o Brasil, como sempre, respeitará e apoiará a China na defesa de seus interesses fundamentais.
A China está a postos para trabalhar com o Brasil para implementar o importante consenso alcançado pelos dois chefes de Estado, fortalecer a cooperação em áreas como aeroespacial, conectividade e inteligência artificial, e impulsionar o desenvolvimento mútuo, disse Wang.
Ele afirmou que a China acolhe com satisfação a adesão do Brasil à Organização Mundial de Cooperação em Inteligência Artificial, a fim de salvaguardar os interesses comuns e aprofundar a cooperação mutuamente benéfica nesta nova fase da revolução tecnológica.
Vieira observou que os líderes de ambos os países têm mantido uma comunicação estreita, estabelecido um alto nível de confiança mútua e conduzido conjuntamente as relações bilaterais a um patamar elevado. Os dois lados têm mantido frequentes intercâmbios em todos os níveis, e o volume de comércio bilateral atingiu um novo recorde no ano passado.
Vieira observou que os líderes de ambos os países têm mantido uma comunicação estreita, estabelecido um alto nível de confiança mútua e conduzido conjuntamente as relações bilaterais a um patamar elevado. Os dois lados têm mantido frequentes intercâmbios em todos os níveis, e o volume de comércio bilateral atingiu um novo recorde no ano passado.
O Brasil espera trabalhar com a China para aprofundar ainda mais a cooperação em finanças, comércio e outras áreas, e fortalecer a coordenação em plataformas multilaterais como as Nações Unidas e o BRICS, afirmou Vieira.
Ele declarou que o Brasil está muito satisfeito em aderir à Organização Mundial de Cooperação em Inteligência Artificial, iniciativa da China, e espera aproveitar essa oportunidade para impulsionar a cooperação em inovação científica e tecnológica.