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China critica ofertas e visitas de políticos japoneses ao Santuário Yasukuni, acusando-as de desafiar ordem internacional pós-Segunda Guerra Mundial

Fonte: Xinhua    17.08.2026 08h34

Um porta-voz do Ministério da Defesa Nacional da China condenou no sábado as ofertas e visitas de líderes políticos japoneses ao Santuário Yasukuni, afirmando que tais ações branqueiam a agressão do Japão durante a guerra, desafiam os desfechos da Guerra Antifascista Mundial e da ordem internacional pós-guerra, e ferem os sentimentos das pessoas em países vitimizados pelo militarismo japonês.

O porta-voz Jiang Bin fez o comentário em resposta a reportagens da mídia de que a primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi fez uma oferta monetária ao Santuário Yasukuni no aniversário da rendição do Japão na Segunda Guerra Mundial, enquanto o ministro da Defesa Shinjiro Koizumi e outros políticos visitaram o santuário.

Observando que o Santuário Yasukuni serviu como uma ferramenta espiritual e símbolo do militarismo japonês no lançamento de guerras de agressão no exterior, Jiang disse que as ações desses políticos japoneses pisoteiam abertamente a justiça histórica.

"Embora professem compromisso com a paz, eles continuam prestando homenagem àqueles responsáveis pela guerra. Tal hipocrisia expõe totalmente a visão profundamente distorcida da história mantida pelas forças de direita do Japão e sua perigosa tentativa de reviver o militarismo", disse ele.

Observando que este ano marca o 80º aniversário da abertura do Julgamento de Tóquio, Jiang pediu ao Japão que aprenda realmente as lições da história e pare de agir contra a maré da história.

Ele alertou que, se o Japão persistir em buscar um "novo militarismo" e se tornar uma fonte de instabilidade ameaçando a paz regional, enfrentará novamente o julgamento da justiça e da história.

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