A Organização Mundial para a Alfabetização Científica fez sua estreia em Beijing no domingo.
Na cerimônia de abertura da Conferência Mundial sobre Alfabetização Científica de 2026, a organização comprometeu-se a promover intercâmbios e cooperação, aprofundar a inovação colaborativa e promover uma interação positiva entre ciência, tecnologia e sociedade, a fim de aprimorar conjuntamente a alfabetização científica pública e apoiar o desenvolvimento benéfico de uma sociedade inteligente.
Como uma organização internacional de ciência e tecnologia, atualmente conta com 32 membros fundadores de 21 países da Ásia, Europa, América do Sul, África e Oceania.
A organização foi iniciada com o apoio da Associação Chinesa para Ciência e Tecnologia e registrada em Beijing em junho deste ano.
Com as questões de ciência e tecnologia cada vez mais globalizadas, o diálogo transfronteiriço e a ação colaborativa na divulgação da ciência tornaram-se cada vez mais urgentes.
Nos últimos anos, a China tem intensificado os esforços para promover a divulgação da ciência. Em 2025, a proporção de cidadãos chineses com alfabetização científica atingiu 16,74%, um salto de um nível relativamente baixo para médio.
Enquanto isso, o país tem se engajado ativamente na cooperação global de divulgação científica, ajudando a melhorar a alfabetização científica em regiões economicamente subdesenvolvidas e entre grupos demográficos-chave.
Elies Molins, co-presidente da Federação Mundial dos Trabalhadores Científicos, disse que a alfabetização científica é mais crítica do que nunca. Somente permitindo que o público compreenda plenamente tanto o potencial quanto os riscos do progresso tecnológico é que os riscos trazidos pelo novo conhecimento poderão ser reduzidos, disse ele.