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“Village T”: das montanhas de Guizhou para o mundo

Fonte: Diário do Povo Online    13.10.2026 13h43

No Parque de Costumes Étnicos Miao e Dong, na cidade de Kaili, província de Guizhou, todas as noites de sexta-feira a domingo decorre um desfile de moda especial. Quem sobe à passarela não são modelos profissionais, mas moradores comuns de vilarejos das regiões vizinhas, como Rongjiang, Congjiang e Liping. São bordadeiras e mães que, no dia a dia, montam bancas de comércio e cuidam de suas famílias.

Em julho de 2024, com o objetivo de oferecer aos moradores uma oportunidade de apresentar seus trajes étnicos tradicionais, o jovem de etnia miao Gu Axin organizou em sua terra natal um desfile de moda rural. Para sua surpresa, o número de pessoas interessadas em participar aumentou cada vez mais, a ponto de não ser possível concluir o desfile nem em um, nem em dois dias. Assim nasceu o “Village T” (Cun T), que gradualmente se tornou uma importante vitrine cultural da região.

Como destacou o presidente chinês Xi Jinping durante uma visita de inspeção a Guizhou, a cultura das minorias étnicas é uma parte indispensável da cultura chinesa. É preciso proteger as aldeias, moradias e características arquitetônicas tradicionais, preservar e transmitir o patrimônio cultural imaterial e, ao mesmo tempo, promover sua transformação criativa e seu desenvolvimento inovador, para que as características étnicas ganhem ainda mais vitalidade ao serem aproveitadas e continuem irradiando seu encanto.

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