Desde novembro de 2021, a Academia de Belas Artes da Universidade Normal de Anhui formou uma equipe para realizar uma série de serviços voluntários focados em retratar mártires. Até o momento, centenas de estudantes participaram dessas atividades, criando em conjunto mais de 600 retratos de mártires, que se tornaram uma importante forma de suas famílias expressarem seus sentimentos de saudade.
Através do tempo e do espaço, os rostos jovens daqueles que tombaram no campo de batalha finalmente puderam ser vistos novamente por suas famílias em casa.
Aninhado nas Montanhas Dabie, o condado de Jinzhai, na província de Anhui, contribuiu com dezenas de milhares de pessoas para a revolução liderada pelo Partido Comunista da China (PCCh) na primeira metade do século XX. Um total de 12 unidades principais do Exército Vermelho tiveram origem aqui.
Agora, o projeto da Universidade Normal de Anhui para pintar retratos de mártires do Exército Vermelho está dando a algumas famílias um rosto há muito esperado para acompanhar as histórias transmitidas por gerações. Normalmente, a equipe de voluntários primeiro contata os parentes dos mártires e depois estuda fotografias dos descendentes para determinar os contornos faciais básicos. Em seguida, revisam os retratos repetidamente, baseando-se nas descrições das famílias sobre os olhos, expressões e aparência habitual dos mártires, até que esses parentes considerem a semelhança adequada.
Para os professores e alunos da equipe, pintar retratos de mártires não é apenas um simples esboço, mas também uma imersão na história revolucionária. As sobrancelhas e os olhos, retratados pelos pincéis dos artistas, capturaram a aparência jovial dos mártires e também proporcionaram um lugar para a memória repousar. Os eventos passados, relatados pelos familiares dos mártires, são um testemunho do legado revolucionário duradouro das Montanhas Dabie, transmitido de geração em geração.
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