Heyin, Diário do Povo
A China continuará caminhando lado a lado com a comunidade internacional, compartilhando suas experiências no combate à pobreza e ajudando mais países a encontrar caminhos para a redução da pobreza e o desenvolvimento sustentável que sejam compatíveis com suas próprias realidades nacionais, a fim de construir, em conjunto, um mundo melhor, livre da pobreza e de prosperidade compartilhada.
Erradicar a pobreza é um ideal perseguido incansavelmente pela humanidade desde a Antiguidade, além de ser um desafio global que afeta diretamente o desenvolvimento humano. Sistematizar as experiências práticas de combate à pobreza, construir consensos na comunidade internacional e aprofundar a cooperação multilateral pragmática, promovendo avanços contínuos e concretos na luta global contra a pobreza, constituem uma missão e uma responsabilidade compartilhadas pela comunidade internacional.
Como maior país em desenvolvimento do mundo, a China enfrentou durante muito tempo o problema da pobreza. Para superar esse desafio global, o país organizou e implementou a maior campanha de erradicação da pobreza da história da humanidade, sem precedentes em escala, intensidade e número de pessoas beneficiadas, escrevendo um capítulo extraordinário na história do desenvolvimento humano. Após oito anos de esforços contínuos, quase 100 milhões de habitantes rurais em situação carenciada conseguiram superar integralmente a pobreza absoluta.
Com isso, a China alcançou, com dez anos de antecedência, a meta de redução da pobreza estabelecida na Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável. Ao longo de mais de 40 anos de reforma e abertura, o país retirou mais de 800 milhões de pessoas da pobreza, o que representa mais de 70% da redução global da pobreza no mesmo período.
O presidente Xi Jinping destacou que, se a China conseguiu alcançar o sucesso, outros países em desenvolvimento também podem fazê-lo. Esse é o significado global da vitória chinesa na campanha de erradicação da pobreza. As conquistas históricas da China nessa área contribuíram com a sabedoria chinesa e ofereceram soluções chinesas para a causa global da redução da pobreza.
Obras importantes do presidente chinês Xi Jinping foram traduzidas para diversos idiomas e se tornaram leituras de referência para autoridades e acadêmicos de vários países. As concepções científicas da China sobre a redução da pobreza, o desenho eficaz de suas instituições e as práticas direcionadas de combate à pobreza oferecem ideias e caminhos que podem ser estudados, reproduzidos e promovidos em outros contextos, ajudando as populações que ainda vivem na pobreza a buscar uma vida próspera, segura e digna.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmou que a estratégia chinesa de combate direcionado à pobreza constitui um caminho importante para alcançar a meta de redução da pobreza estabelecida na Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, e que a experiência chinesa pode oferecer referências úteis a um grande número de países em desenvolvimento.
A China sempre foi uma defensora ativa e uma participante comprometida com ações concretas na promoção da redução global da pobreza e do desenvolvimento. Em última análise, a pobreza é uma questão de desenvolvimento. Há muito tempo, a China presta assistência ao desenvolvimento a mais de 160 países, tomou a iniciativa de criar a Aliança Global de Parcerias para a Redução da Pobreza e o Desenvolvimento e anunciou oito medidas para apoiar o desenvolvimento global.
O país colocou a redução da pobreza em primeiro lugar entre as oito áreas prioritárias de cooperação da Iniciativa para o Desenvolvimento Global e incluiu a promoção da cooperação internacional para a redução da pobreza nas diretrizes gerais do 15º Plano Quinquenal da China.
No Camboja, o projeto de aldeias-modelo de redução da pobreza, fruto da amizade entre a China e o Camboja, melhorou concretamente a qualidade de vida dos moradores locais. Em Madagascar, especialistas agrícolas chineses ensinaram técnicas de cultivo diretamente aos agricultores, contribuindo para um aumento expressivo da produtividade do arroz híbrido. A tecnologia Juncao, baseada no cultivo de gramíneas para diversos usos agrícolas, já criou raízes em mais de uma centena de países e regiões, tornando-se uma verdadeira “grama da felicidade”, que beneficia inúmeras famílias.
Atualmente, a implementação da Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável entrou em sua fase decisiva para alcançar a meta de redução da pobreza.
Sob o impacto combinado de diversos fatores, como o fraco crescimento da economia mundial, a frequência dos conflitos geopolíticos e a politização das questões relacionadas ao desenvolvimento, o progresso global na redução da pobreza enfrenta obstáculos, enquanto contradições estruturais, como os desequilíbrios no desenvolvimento entre o Norte e o Sul e o déficit de desenvolvimento, tornam-se cada vez mais evidentes.
O relatório mais recente publicado conjuntamente pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e pela Iniciativa de Oxford sobre Pobreza e Desenvolvimento Humano, da Universidade de Oxford, revela que ainda há 1,2 bilhão de pessoas vivendo em situação de pobreza multidimensional severa no mundo.
Nenhum caminho grandioso se percorre sozinho; é caminhando juntos que chegamos mais longe. A China continuará caminhando lado a lado com a comunidade internacional, compartilhando suas experiências no combate à pobreza e ajudando mais países a encontrar caminhos para o combate à pobreza e o desenvolvimento sustentável que sejam compatíveis com suas próprias realidades nacionais, a fim de construir, em conjunto, um mundo melhor, livre da pobreza e de prosperidade compartilhada.