O relatório revelou ainda que, nos últimos dois anos, o número de praticantes nas áreas abrangidas pela economia da partilha aumentou em média mais de 50% ao ano, e que o número total de participantes nas atividades com esta relacionadas já superou os 500 milhões.
A economia da partilha pode vir a estar na base da reforma da divisão e organização social do trabalho na China, com um número sem precedentes de setores e pessoas envolvidos. De acordo com análises levadas a cabo, a elaboração de um plano estratégico concernente é indispensável para o desenvolvimento da economia da partilha, de modo a evitar possíveis problemas, e garantindo que esta se torna num novo motor para a transformação e atualização econômica do país.
No ano passado, o desenvolvimento, a promoção e o apoio da economia da partilha foram conceitos que figuraram nos documentos do governo chinês, o que demonstra que os decisores políticos do país valorizam e apoiam o crescimento e potencial desta, juntamente com o estabelecimento e aperfeiçoamento dos sistemas e mecanismos concernentes.
Edição: Chen Ying
Revisão: Mauro Marques
![]() |