O princípio de Uma Só China é um consenso universal da comunidade internacional e uma norma básica que rege as relações internacionais, bem como a base política das relações China-África, afirmou na segunda-feira uma porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.
A porta-voz Mao Ning fez as declarações em uma coletiva de imprensa regular quando solicitada a comentar as observações das autoridades de Taiwan sobre o princípio de Uma Só China, conforme declarado no comunicado de imprensa conjunto do 9º Diálogo Estratégico China-União Africana (UA).
Ela disse que o comunicado de imprensa conjunto reflete de forma completa e precisa a posição consistente e inequívoca da parte africana em relação à questão de Taiwan.
Ela citou o presidente da Comissão da UA, Mahmoud Ali Youssouf, que disse em uma entrevista recente que "estaremos ao lado da China na questão do princípio de Uma Só China para sempre".
A Cúpula de Beijing do Fórum de Cooperação China-África (FOCAC) em 2024 adotou a Declaração de Beijing, observou Mao. Os países africanos participantes e a Comissão da UA reafirmaram seu firme apoio ao princípio de Uma Só China, enfatizando que existe apenas uma China no mundo, que Taiwan é parte inalienável do território chinês e que o Governo da República Popular da China é o único governo legal da China, e apoiaram os esforços da China para alcançar a reunificação nacional, acrescentou Mao.
"Exortamos as autoridades de Taiwan a encararem a realidade e a porem fim às suas manobras políticas humilhantes e de má qualidade", afirmou Mao.