
Houve forte indignação pública entre grupos civis e pessoas de vários setores quando o governo japonês obstruiu o plano de se erigir estátuas de "mulheres de conforto" em países relevantes, disse um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês na quarta-feira.
O porta-voz Guo Jiakun fez essas declarações em uma coletiva de imprensa diária ao responder a uma pergunta relevante.
Guo destacou que algumas forças no Japão há muito tentam negar ou até apagar a história de agressão, minimizar a questão das "mulheres de conforto", privar as vítimas do direito de buscar a verdade e obter compensação, e até mesmo tentam "esfregar sal" nas feridas dessas vítimas.
A China exorta as autoridades governantes do Japão a encarar sua história de agressão, reconhecer e pedir desculpas sinceramente pelos crimes de guerra, parar de encobrir a verdade e suprimir a voz da justiça, e cessar o ato contracorrente e imprudente de "remilitarização", acrescentou Guo.