
O governo de Portugal anunciou no dia 2 que o país entrará em estado de alerta a partir do dia 3, para lidar com uma onda de calor extremo prevista para durar até o dia 6 de julho. Ao mesmo tempo, passaram a valer medidas emergenciais de restrição ao uso de máquinas em atividades agrícolas, com o objetivo de reduzir o risco de incêndios florestais.
O ministro do Interior de Portugal, Luís Neves, anunciou a medida após uma reunião sobre combate a incêndios. Ele afirmou que, nos próximos dias, as condições meteorológicas no país irão “se deteriorar significativamente”. Diante de situações de emergência graves, o governo adotará uma série de medidas especiais. Ele pediu que toda a população coopere ativamente para reforçar a prevenção.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera informou que, a partir do dia 2, 12 das 18 regiões do continente português estarão sob alerta vermelho de calor extremo, enquanto as outras 6 estarão sob alerta laranja.
A proteção civil portuguesa elevou ainda o nível de alerta de incêndios para o nível 3, considerado um nível elevado.