“Xiaozhi, Xiaozhi, quem foi o campeão da Copa do Mundo de 2026, realizada no Canadá, México e Estados Unidos?”.
Essa foi a pergunta feita ao robô por Alvaro Lago, um jornalista espanhol que visitou o Centro de Experiência de Robôs de Inteligência Incorporada de Changzhou.
“Espanha!”, respondeu prontamente o robô, arrancando elogios do visitante espanhol.
Desde conhecimento sobre futebol a prestar serviços e interagir com as pessoas, o que o centro apresenta não são apenas robôs, mas também uma demonstração da nova força da manufatura inteligente da China.
O centro reúne produtos de 36 empresas e 104 peças de demonstração, abrangendo desde componentes essenciais e sistemas inteligentes até máquinas completas, oferecendo uma visão abrangente da cadeia industrial de robôs de inteligência incorporada.
A Zona de Alta Tecnologia de Wujin, em Changzhou, província de Jiangsu, leste do país, já concentra mais de 120 empresas do setor de robótica e acelera a construção de um polo industrial de robôs com competitividade global.
Os robôs chineses também estão avançando rumo ao seu próprio futuro. Em Changzhou, a oportunidade da era da robótica não pode ser perdida.