
A China pede fortemente que o Japão forneça informações eficazes sobre os locais de sepultamento das armas químicas que abandonou na China durante a Segunda Guerra Mundial e acelere o processo de descarte, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, na quinta-feira (30).
Até hoje, as armas químicas abandonadas pelo Japão continuam representando um perigo para a segurança da vida e propriedade do povo chinês, bem como para o ambiente ecológico, disse Mao em uma coletiva de imprensa regular.
O Japão deveria ter concluído o processo de destruição e descarte dessas armas até 2007, de acordo com a Convenção sobre Armas Químicas e o memorando de entendimento entre os governos dos dois países. No entanto, devido à falta de sinceridade e contribuição, o lado japonês não conseguiu completar a destruição quatro vezes, em 2007, 2012, 2016 e 2022.
"O processo de destruição está muito atrasado", disse Mao.