Por Wang Xiaoping, Andrew Smith
Visão, audição, olfato, tato e capacidade de se movimentar são formas importantes pelas quais os seres humanos conhecem e compreendem o mundo. Hoje, com o avanço contínuo das tecnologias de inteligência artificial, a IA também está adquirindo capacidades de “percepção” cada vez mais diversificadas. Durante o evento Noite da Exposição de Big Data de 2026, o norte-americano Andrew Smith convida você a conhecer de perto as tecnologias relacionadas aos “cinco sentidos” e a experimentar como a IA pode, por meio de diferentes formas de percepção, estabelecer uma conexão mais direta com o mundo real.
Óculos inteligentes permitem que a IA tenha capacidades mais avançadas de visão e interação com informações. Algoritmos acústicos possibilitam que as máquinas “compreendam” sinais sonoros como os de raios e terremotos; módulos de olfato permitem que robôs identifiquem odores anormais, como vazamentos de gás e alimentos estragados. Sensores táteis e luvas de dados fazem com que as máquinas percebam intensidade, direção e trajetória dos movimentos. E, por fim, as tecnologias de inteligência incorporada possibilitam que os robôs adquiram capacidades cada vez mais precisas de movimento e operação.
De “ver” a “ouvir”, de “cheirar” e “tocar”, até movimentar-se de forma autônoma, a IA está ultrapassando o simples processamento de informações e adquirindo gradualmente a capacidade de perceber e compreender o mundo real.