Várias cidades brasileiras estão a fazer uso de aplicativos de telemóvel (celular) para combater o mosquito Aedes Aegypti, o veiculador do vírus zika, da dengue e do chicungunha.
“Mesmo que o aplicativo não substitua as ações do governo para combater o mosquito, esta tecnologia usa a colaboração pública para criar um “mapa” da luta contra o mosquito na cidades”, disse Alexandre Padilha, ministro da saúde, numa conferência de imprensa (coletiva à imprensa) na terça-feira em São Paulo.
A iniciativa está em uso em mais de 30 cidades brasileiras, e tem ajudado a população a compreender melhor os locais com maior potencial incubador do mosquito e a mapeá-los.
Este tipo de ações ajuda as autoridades a eliminar os respetivos sítios.
Em São Paulo, a ideia original surgiu no ano passado, acompanhando o aumento de casos de dengue. Em 2015, o Brasil registou 1,6 milhões de casos de dengue, 3 vezes mais do que em 2014.
Porém, o perigo do dengue foi superado recentemente pelo zika, que é transmitido pelo mesmo mosquito e que está por detrás do crescimento abrupto de casos de microcefalia.
O aplicativo permite uma atualização permanente dos locais de incubação dos mosquitos.
Edição: Mauro Marques