
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, também membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista da China, manteve conversas com a ministra das Relações Exteriores da Mongólia, Batmunkh Battsetseg, em Ulan Bator, capital da Mongólia, neste sábado.
Observando que China e Mongólia são vizinhos amigáveis, Wang disse que a China dá grande importância aos laços com a Mongólia em sua diplomacia de vizinhança e promove ativamente a boa vizinhança e a cooperação amistosa entre os dois países.
Wang afirmou que a China está disposta a continuar sendo um parceiro confiável e fidedigno para a Mongólia e a fornecer apoio sustentável ao desenvolvimento e revitalização do país.
Mencionando a forte complementaridade entre as duas economias, Wang disse que um maior alinhamento das estratégias de desenvolvimento ajudará a expandir a cooperação e criar novas oportunidades de crescimento. A China está disposta a trabalhar com a Mongólia para promover a cooperação de alta qualidade do Cinturão e Rota, expandir os laços comerciais e econômicos e alcançar mais resultados concretos.
Wang disse que a China apoia a Mongólia a dar continuamente contribuições positivas para a paz e o desenvolvimento regionais. A China tem defendido e praticado consistentemente o multilateralismo, e apoia as Nações Unidas a desempenhar um papel central e de liderança nos assuntos internacionais.
Por sua vez, Battsetseg afirmou que desenvolver relações com países vizinhos, especialmente a China, sempre foi uma prioridade na política externa da Mongólia.
A parte mongol adere firmemente ao princípio de Uma Só China e apoia os esforços da China para salvaguardar sua soberania territorial e alcançar a reunificação nacional, disse Battsetseg.
Ela disse que é necessária uma cooperação mais estreita em meio à crescente incerteza global e expressou o interesse da Mongólia em fortalecer o alinhamento das estratégias de desenvolvimento com a China, expandir o comércio e o investimento, fortalecer a conectividade e aprofundar a cooperação em áreas como minerais críticos e governança ecológica.
Após as conversas, as duas partes assinaram documentos sobre a cooperação entre os Ministérios das Relações Exteriores dos dois países.