Heyin, Diário do Povo
Uma recente pesquisa global de percepções realizada pelo Centro de Pesquisa Pew despertou ampla atenção internacional.
Abrangendo 42 mil entrevistados em 36 países e regiões, a pesquisa revelou que as populações de 27 países e regiões têm uma visão mais favorável da China do que dos Estados Unidos. Particularmente significativas são as percepções cada vez mais positivas sobre a China em países ocidentais como Espanha, Itália e Canadá.
Essa é a primeira vez, desde que o centro começou a acompanhar as percepções globais sobre China e Estados Unidos, em 2002, que a China recebe avaliações de favorabilidade superiores às dos Estados Unidos em mais de 70% dos países e regiões pesquisados.
Por trás desses números existe uma tendência mais ampla: o crescente interesse internacional em “olhar para o Oriente”. Muitos veículos de imprensa internacionais observaram que essa mudança não deveria ser uma surpresa. A opinião pública favorável não surge da noite para o dia; ela reflete o reconhecimento internacional conquistado pela China ao longo de anos de ações concretas.
O desenvolvimento da China continua sendo seu argumento mais convincente. Em 2025, o PIB do país ultrapassou pela primeira vez os 140 trilhões de yuans (US$ 20,68 trilhões). No primeiro semestre de 2026, a trajetória de desenvolvimento continuou marcada por estabilidade, resiliência, inovação e qualidade, com o avanço do desenvolvimento de alta qualidade ganhando ainda mais impulso.
Um número crescente de países reconhece que a China está seguindo um caminho de modernização que busca equilibrar eficiência e equidade, assim como desenvolvimento e prosperidade compartilhada. Esse modelo oferece uma nova referência para países que exploram seus próprios caminhos de modernização.
Desde o avanço de uma inovação aberta e inclusiva em áreas como inteligência artificial e veículos elétricos, até iniciativas voltadas para energia verde e economia digital, a prática da modernização chinesa vem melhorando gradualmente o bem-estar da população e oferecendo conhecimentos valiosos de governança para o desenvolvimento global.
Atualmente, um número cada vez maior de acadêmicos estrangeiros estuda ativamente os Planos Quinquenais da China e busca compreender melhor sua abordagem de governança. “Compreender a China” está se tornando uma parte cada vez mais importante dos debates globais sobre desenvolvimento.
O compromisso da China com a abertura funciona como uma ponte que conecta o país ao restante do mundo. A China tem buscado constantemente a cooperação por meio da abertura e benefícios mútuos, através da colaboração, transmitindo uma mensagem clara de inclusão. Isso contrasta fortemente com as barreiras, os muros, a dissociação econômica (decoupling) e as interrupções nas cadeias de suprimentos promovidas por alguns países.
Como a primeira grande economia a oferecer tratamento tarifário zero unilateral e abrangente a todos os países africanos que mantêm relações diplomáticas com a China, assim como a todos os países menos desenvolvidos com relações diplomáticas com Beijing, a China abriu genuinamente seu mercado para os países em desenvolvimento.
Sua política de trânsito de até 240 horas sem visto, aplicável a viajantes de 55 países, facilitou significativamente as viagens internacionais para a China. Viagens espontâneas ao país tornaram-se comuns, e essa política impulsionou a disseminação orgânica de conteúdos sobre turismo e cultura chinesa nas redes sociais estrangeiras.
O número de viagens dos trens de carga China-Europa aumentou 10,8 vezes na última década. Somente neste ano, o serviço já realizou mais de 10 mil viagens, estabelecendo um novo recorde para o mesmo período.
Ao promover intercâmbios e compartilhar oportunidades de desenvolvimento, a China continua demonstrando seu compromisso com o avanço do desenvolvimento comum por meio de ações práticas.
A consistência das políticas chinesas também se tornou um dos seus maiores ativos para conquistar confiança internacional. Em um momento em que o unilateralismo cresce, os conflitos geopolíticos se intensificam e a recuperação econômica global permanece frágil, a incerteza tornou-se uma característica marcante do cenário internacional.
Ao lidar com conflitos regionais, a China mantém seu compromisso com a promoção da paz e do diálogo. O país se recusa a alimentar confrontos ou fornecer apoio que prolongue conflitos armados, mantendo-se consistentemente ao lado da paz. Na cooperação internacional, a China continua mantendo suas portas abertas, em vez de construir barreiras ou buscar a dissociação, enquanto segue firmemente o princípio de benefícios recíprocos e cooperação mutuamente vantajosa.
Ao honrar seus compromissos e transformar suas palavras em ações concretas, a China demonstrou a postura esperada de uma grande potência. Cada vez mais, pessoas ao redor do mundo acreditam que o relacionamento com a China oferece previsibilidade e segurança de longo prazo, sem receio de mudanças bruscas de política.
A pesquisa também revelou que os entrevistados raramente consideram a China um país que interfere nos assuntos internos de outras nações. Essa confiança, conquistada com esforço, reflete o forte desejo da comunidade internacional por parceiros sinceros e confiáveis.
Essa expressão global de confiança tem um significado profundo não em termos de qual país obtém uma pontuação maior ou menor, mas pelo que revela sobre a aspiração compartilhada em todo o mundo por desenvolvimento pacífico e cooperação de benefício mútuo.
Mantendo-se firme em meio às incertezas globais e trabalhando com todos os países para avançar conjuntamente, a China continuará contribuindo com estabilidade e energia positiva para um mundo em transformação. Esse tem sido há muito tempo o compromisso inabalável da China e constitui uma parte fundamental da construção de uma comunidade de futuro compartilhado para a humanidade.