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Intercâmbio sino-africano: Explorando o potencial da cooperação científica e tecnológica

Fonte: Diário do Povo Online    28.07.2026 10h19

O Seminário China–África do Sul de Jovens Cientistas foi realizado recentemente em Pretória, capital administrativa da África do Sul. Jovens cientistas chineses e sul-africanos compartilharam experiências de pesquisa e resultados científicos, aprofundando a cooperação em pesquisas conjuntas e promovendo o compartilhamento de conhecimento.

“A cooperação científica pode conectar pesquisadores de diferentes países”, afirmou Yasila Ismail, professora sênior do Departamento de Física da Universidade de Stellenbosch, na África do Sul, ao compartilhar sua experiência em uma pesquisa sobre comunicação quântica, realizada em parceria com uma equipe da Universidade de Ciência e Tecnologia da China. Em março de 2025, uma equipe conjunta formada por pesquisadores chineses e sul-africanos utilizou um satélite quântico chinês de micro e nanoescala para realizar um experimento de comunicação quântica intercontinental a uma distância superior a 12.900 quilômetros. Este foi o primeiro experimento de comunicação quântica concluído entre países dos hemisférios Norte e Sul. Ismail afirmou esperar continuar a realizar pesquisas conjuntas com a equipe chinesa para enfrentar desafios científicos em conjunto.

O radiotelescópio sul-africano MeerKAT (Foto: Xinhua)

O pesquisador chinês Guo Wenqing, que realiza pesquisa de pós-doutorado no Departamento de Física da Universidade de Stellenbosch, apresentou a cooperação entre o “Olho Celestial da China” — o radiotelescópio esférico de abertura de 500 metros (FAST) — e o radiotelescópio sul-africano MeerKAT. Cientistas dos dois países estão realizando pesquisas conjuntas sobre temas de fronteira, como a evolução do universo e a formação de galáxias. “A cooperação entre China e África do Sul no campo das grandes instalações científicas não apenas impulsiona novas descobertas, como também oferece oportunidades de intercâmbio e colaboração para jovens pesquisadores dos dois países”, afirmou Guo.

Mecanismos como o Programa de Intercâmbio de Jovens Cientistas China–África do Sul criaram plataformas para promover a cooperação e o intercâmbio entre pesquisadores dos dois países. A professora associada da Universidade da África do Sul, Sandiswa Figueira, já realizou intercâmbio na Universidade Agrícola de Hunan, na China. Ela se dedica ao desenvolvimento de culturas agrícolas adaptadas às mudanças climáticas, utilizando tecnologias como genômicae agricultura com economia de água para aumentar a segurança alimentar.

“As mudanças climáticas representam um grande desafio para a agricultura africana, e a China acumulou uma vasta experiência em inovação tecnológica agrícola”, afirmou Figueira. “O intercâmbio entre a África do Sul e a China ajuda a explorar ainda mais o potencial da cooperação científica e tecnológica entre os países do Sul Global”.

O professor associado Ye Xianming, da Universidade de Pretória, na África do Sul, pesquisa as aplicações da inteligência artificial em áreas como mineração e manufatura. Ele espera utilizar meios digitais para aumentar a eficiência energética e reduzir as emissões de carbono e os impactos ambientais durante a exploração mineral. Segundo Ye, China e África do Sul possuem amplo espaço para cooperação em áreas como digitalização da energia, manufatura inteligente e mineração verde.

O embaixador da China na África do Sul, Wu Peng, afirmou que a cooperação científica e tecnológica, especialmente o intercâmbio e a colaboração entre jovens cientistas, é uma das áreas mais dinâmicas e produtivas da relação bilateral entre os dois países. Ele expressou a esperança de que os jovens dos dois países continuem contribuindo ativamente para a cooperação China–África, baseada em benefícios mútuos, e para o desenvolvimento abrangente das relações bilaterais.

O ministro sul-africano de Ciência, Tecnologia e Inovação, Blade Nzimande, afirmou que China e África do Sul possuem amplas oportunidades de cooperação em áreas como ciência básica, tecnologia agrícola e energia verde. O diretor-executivo do Conselho Sul-Africano de Pesquisa Científica e Industrial (CSIR), Thulani Dlamini, declarou: “Esperamos que jovens pesquisadores da África do Sul e da China fortaleçam os intercâmbios acadêmicos e contribuam para a cooperação em inovação científica e tecnológica entre os dois países”.

O Seminário China–África do Sul de Jovens Cientistas foi realizado recentemente em Pretória, capital administrativa da África do Sul. Jovens cientistas chineses e sul-africanos compartilharam experiências de pesquisa e resultados científicos, aprofundando a cooperação em pesquisas conjuntas e promovendo o compartilhamento de conhecimento.

“A cooperação científica pode conectar pesquisadores de diferentes países”, afirmou Yasila Ismail, professora sênior do Departamento de Física da Universidade de Stellenbosch, na África do Sul, ao compartilhar sua experiência em uma pesquisa sobre comunicação quântica, realizada em parceria com uma equipe da Universidade de Ciência e Tecnologia da China. Em março de 2025, uma equipe conjunta formada por pesquisadores chineses e sul-africanos utilizou um satélite quântico chinês de micro e nanoescala para realizar um experimento de comunicação quântica intercontinental a uma distância superior a 12.900 quilômetros. Este foi o primeiro experimento de comunicação quântica concluído entre países dos hemisférios Norte e Sul. Ismail afirmou esperar continuar a realizar pesquisas conjuntas com a equipe chinesa para enfrentar desafios científicos em conjunto.

O pesquisador chinês Guo Wenqing, que realiza pesquisa de pós-doutorado no Departamento de Física da Universidade de Stellenbosch, apresentou a cooperação entre o “Olho Celestial da China” — o radiotelescópio esférico de abertura de 500 metros (FAST) — e o radiotelescópio sul-africano MeerKAT. Cientistas dos dois países estão realizando pesquisas conjuntas sobre temas de fronteira, como a evolução do universo e a formação de galáxias. “A cooperação entre China e África do Sul no campo das grandes instalações científicas não apenas impulsiona novas descobertas, como também oferece oportunidades de intercâmbio e colaboração para jovens pesquisadores dos dois países”, afirmou Guo.

Mecanismos como o Programa de Intercâmbio de Jovens Cientistas China–África do Sul criaram plataformas para promover a cooperação e o intercâmbio entre pesquisadores dos dois países. A professora associada da Universidade da África do Sul, Sandiswa Figueira, já realizou intercâmbio na Universidade Agrícola de Hunan, na China. Ela se dedica ao desenvolvimento de culturas agrícolas adaptadas às mudanças climáticas, utilizando tecnologias como genômicae agricultura com economia de água para aumentar a segurança alimentar.

“As mudanças climáticas representam um grande desafio para a agricultura africana, e a China acumulou uma vasta experiência em inovação tecnológica agrícola”, afirmou Figueira. “O intercâmbio entre a África do Sul e a China ajuda a explorar ainda mais o potencial da cooperação científica e tecnológica entre os países do Sul Global”.

O professor associado Ye Xianming, da Universidade de Pretória, na África do Sul, pesquisa as aplicações da inteligência artificial em áreas como mineração e manufatura. Ele espera utilizar meios digitais para aumentar a eficiência energética e reduzir as emissões de carbono e os impactos ambientais durante a exploração mineral. Segundo Ye, China e África do Sul possuem amplo espaço para cooperação em áreas como digitalização da energia, manufatura inteligente e mineração verde.

O embaixador da China na África do Sul, Wu Peng, afirmou que a cooperação científica e tecnológica, especialmente o intercâmbio e a colaboração entre jovens cientistas, é uma das áreas mais dinâmicas e produtivas da relação bilateral entre os dois países. Ele expressou a esperança de que os jovens dos dois países continuem contribuindo ativamente para a cooperação China–África, baseada em benefícios mútuos, e para o desenvolvimento abrangente das relações bilaterais.

O ministro sul-africano de Ciência, Tecnologia e Inovação, Blade Nzimande, afirmou que China e África do Sul possuem amplas oportunidades de cooperação em áreas como ciência básica, tecnologia agrícola e energia verde. O diretor-executivo do Conselho Sul-Africano de Pesquisa Científica e Industrial (CSIR), Thulani Dlamini, declarou: “Esperamos que jovens pesquisadores da África do Sul e da China fortaleçam os intercâmbios acadêmicos e contribuam para a cooperação em inovação científica e tecnológica entre os dois países”.

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